sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Quand le sage montre la lune, l'imbécile regarde le doigt




Nos últimos dias, após a decisão do juiz do tribunal de Oeiras que inviabilizou a candidatura de Isaltino de Morais, assistiu-se a uma discussão surda, centrada na circunstância do rival de Isaltino, Paulo Vistas, ser padrinho de casamento do juiz. Na gritaria mediática que se seguiu, o isco lançado por Isaltino fez o seu caminho - colocar pressão sobre a idoneidade do juiz num processo de vitimização para colher a simpatia popular.

Ora a verdade é que estamos em presença de amigos desavindos que foram cumplicies durante décadas em Oeiras, e não de desconhecidos entre si. Chega a ser patético ver gente supostamente informada e crítica,  cair na esparrela  do tática isaltinista, que sabe mais a dormir que eles todos acordados, deixando-se arrastar para o lado em q Isaltino quer centrar a discussão: a perseguição judicial e o amiguismo entre Vistas e o juiz.  Claro que o poder judicial  se tem vindo a por a jeito para levar com suspeições em cima, mas na verdade não é isso que está em causa em Oeiras, nem sequer o mais importante. 

A conspiração dos espertos, como lhe chama Rui Tavares, um texto que começa a levantar a ponta do véu de uma trama que estaria a ser urdida num concelho apetecível e com muitos negócios para fazer. Pensem! Aquilo que move esta gente não é a vida dos oeirenses....

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